Sergio Moro foi homenageado em Mônaco e teve o privilégio de ficar em um camarote ao lado da realeza

Uma surpresa deixou todos abismados neste final de semana, o juiz federal Sergio Moro, amado e odiado por muitas pessoas, acabou sendo homenageado durante a quarta edição do Brasil Mônaco Project. A coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, informa que o Moro teve a honra de assistir um concerto no camarote real da Opera Garnier, localizado no cassino Monte Carlo.

Foto:Reprodução

O camarote é o de menos, o juiz estava ao lado de ninguém mais ninguém menos que o príncipe Albert 2°. Mais informações dizem que os convites para a tal atração estavam sendo vendidas pelo valor salgado de 1 mil euros. Moro não parou por aí, após a atração, marcou presença em um jantar e um leilão que eram beneficentes.

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O magistrado foi o dono das palavras por alguns segundos, realizou um discurso pequeno no qual aproveitou para agradecer todo o apoio que Mônaco deu nas investigações da Lava Jato. Todos se lembram que no ano de 2015 uma gigantesca força-tarefa foi montada ao lado da operação Conexão Mônaco e tal ação resultou diretamente na prisão do ex-diretor da Petrobras, Jorge Luiz Zelada.

As coisas só deram certas porque Jorge Luiz e outros companheiros de crime possuíam dinheiro no território comandado pelo príncipe Albert. Sergio Moro foi o homem de mais destaque na justiça brasileira nos últimos anos, sendo ele a encarar diretamente os homens que até então eram vistos como ladrões e corruptos.

Mas é claro que não é possível agradar a todos, existem milhões de pessoas que defendem os homens “acusados”, acreditam firmemente que são inocentes de todas as acusações feitas sobre eles, porém, as provas eram indiscutíveis. O juiz Moro foi responsável inclusive por condenar um dos mais conhecidos presidentes da República que o Brasil já teve.

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Estamos falando do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outro que também é amado e odiado por muitas pessoas. Lula foi condenado em uma extensa sentença de singelas 218 páginas, resumidas, a nada mais nada menos do que 12 anos e 1 mês de prisão pelo Juiz. Existia uma acusação forte de que Luiz Inácio seria o dono oculto de um triplex no Guarujá.

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